Atletas amadores ou de final de semana também podem sofrer com essa lesão

Fonte: Ayla Meireles Comunicação | Data: 25/04/2015 | Categoria: Diversidades | Visitas: 256
Foto: Divulgação

As fraturas por estresse são microscópicas e são causadas pela soma da quantidade de impacto em determinado lugar. 

Por isso, o diagnóstico não é tão rápido pelo próprio paciente, já que os sintomas são as dores e inchaço no local lesionado.

Sendo assim, muitas pessoas acabam confundindo com uma torção. Porém, quando a fratura por estresse acontece os sintomas se prolongam por dias e até semanas e ainda tem uma piora com a atividade física.

Segundo o ortopedista Dr. Artur da Fonseca os locais que são mais acometidos pela lesão são os membros inferiores, principalmente, os ossos do pé (metatarsos), da perna (tíbia e fíbula) e do quadril (proximal fêmur).

E alguns métodos, como a radiografia simples, podem não mostrar sinais da fraturas por meses. “A ressonância magnética e a cintilografia óssea tradicionalmente são métodos sensíveis para confirmar casos suspeitos de fraturas de estresse. Nos dias de hoje, temos preferido a ressonância magnética para avaliar as lesões por estresse, por ser um exame menos invasivo e não usar contrastes”, afirma Dr. Artur da Fonseca.

O tratamento consiste em afastar o paciente, de 6 a 8 semanas, das atividades físicas de impacto, o repouso é essencial para a recuperação do osso.  Senão, fraturas maiores e mais difíceis de curar podem se desenvolver

“Após o período de recuperação, outras 2 semanas da atividade suave sem nenhuma dor podem ser recomendadas antes que o osso possa, com segurança, ser considerado apto e a atividade puder gradualmente aumentar.

A reabilitação consiste geralmente no treinamento da força de músculo para ajudar dissipar as forças excessivas transmitidas aos ossos”, completa o médico.

Para casos mais sérios de fraturas por estresse é necessário a realização de cirurgias para adequada readaptação e redução anatômica apropriada. O procedimento pode envolver fixação do local da fratura, e a reabilitação faz-se numa média de seis meses.


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